terça-feira, 18 de agosto de 2009

Jazz

Eu não me atreveria a chamá-la de Jazzmaster, afinal, não é uma lenda, tampouco uma Fender. Prefilo chamá-la simplesmente de Jazz! Mas acho que ficou legal, pelo menos foi o trabalho que eu mais curti fazer até hoje.


Os captadores Kent Armstrong tiveram um resultado surpreendente. Deu um timbre agressivo e consistente.
As tarrachas Groover deram um ar vintage ao instrumento e o roller nut no lugar da pestana impede que ela desafine com o uso da alavanca.


O guitarrista e consultor técnico Lincoln Novaes testou a Jazz e ficou surpreso com o resultado. Elogiou o timpre do instrumento, abusou das alavancadas, bends, distorção... Enfim: Instrumento aprovado!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Ainda sobre Les Paul

Esse disco foi lançado em agosto de 2005. Tá bom! Vou falar
a verdade. Eu não conhecia esse CD. Ouvi ontem e gostei
demais.

Vou te dar uma canja gente boa: Se quiser baixar o CD, faça-o
aqui! Vale a pena conferir!

Clique na foto e veja a turma que participa do disco!





sexta-feira, 14 de agosto de 2009

+ Criador e criatura +

O que eu tenho pra falar sobre a morte de Lester William Polfus, não vai acrescentar nada ao tanto que já se falou sobre ele nas últimas horas.
Deixo então a foto que amanheceu estampada no site da Gibson. Uma imagem que representa bem o que significou para o mundo esse cara que, de um sopro divino num corte de madeira nobre, fez a guitarra que o mundo inteiro aprendeu a amar.



sexta-feira, 31 de julho de 2009

Jazzmaster

A Fender lançou a Jazzmaster em 1958. O seu shape com linhas suaves e uma inclinação na parte posterior (o que muda o centro de gravidade do instrumento) sugeria uma guitarra ideal para se tocar sentado, portanto, perfeita para músicos de jazz e blues.
Uma concepção que reunia conforto, boa sonoridade e apelo visual... Consequentemente um sucesso de vendas certo???
ERRADO! Ela sucumbiu à coqueluche da dupla Strato/Telecaster. O modelo acabou não decolando. Caiu nas graças dos músicos de estilo grunge, punk, surf music e principalmente no circuito underground porque era uma Fender e era baratinha.
Como o universo da música é cheio de mistérios, ela acabou virando uma lenda e ganhou a preferencia de guitarristas ilustres, entre eles Kurt Kobain, Robert Smith; os Johns Lennon e Fusciante e Elvis Costello. Costello inclusive foi agraciado com o privilégio de assinar o modelo comemorativo do quinquagésimo aniversário da moça.


A Fender ainda lançou quase que simultaneamente à Jazzmaster os modelos Jaguar e Mustang todas com o mesmo apelo visual, apenas com diferenças na captação e na escala (todas as Jazzmasters têm escala em madeira escura, se não me engano Rosewood e captadores modelo P90).


E eu como estou entre os admiradores nada ilustres da Jazzmaster, resolvi prestar também minha humilde homenagem à lenda!



O Baixo


O Baixo ficou pronto! Ficou bem parecido
com a "semi". Os captadores são Samick.
Dois do tipo "Jazz Bass" e a cavidade que abriga
o captador do braço, pode acolher também um do
tipo "Precision".





O Braço é de Pau-marfim e as ferragens comadas.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O estranho mundo de Eddie


Eu aqui falando:
Luthieria pra lá, madeira pra cá,
timbre, sonoridade, acabamento...
E nos anos 80, um cara ganha status
de melhor guitarrista do mundo
empunhando um troço desses!
É quase que pregar um DiMarzio e
uma Floyd Rose num pedaço de pau.

A "Charvel Frankenstein". de
Eddie Van Halen ficou tão famosa
quanto ele. Tanto que a Jackson/Charvel
chegou a produzir um modelo
com essa pintura e uma,
configuração eletrônica bem parecida
mas foi (lógico) um fracasso
retumbante de vendas!

Ninguém se atreveria a pilotar uma
dessas se não fosse pra fazer a terra
tremer como o EVH fazia.

terça-feira, 3 de março de 2009

Baixo


A concepção do baixo, foi mais ou menos, a mesma da semi acústica: Tampo de muiracatiara, fundo de cedro. Só que colados um no outro, sem câmaras acústicas. Somente as canaletas para passagem da fiação, potenciometros etc.